11 de setembro de 2017

Seu espaço, meu espaço

Sabe, na boa,eu estou cansada de ver um ser humano invadindo o espaço do outro.
É disso que tudo quanto é discussão e mimimi trata. Vamos parar com isso, que já cansou! Não estou a fim de ouvir ladainhas que não me convencem bem como tenho preguiça de continuar defendendo meu espaço.
Quer ser o que você quiser?! Seja! Você não precisa cutucar quem está do lado ou esfregar alguma coisa na cara de quem não é como você.
Você tem sua liberdade, sim! Mas até onde vai a do outro. Não se esqueça. Você pode fazer o que quiser APENAS se não estiver infringindo o direito de alguém.
E deixa eu ser quem eu quiser ser sem me encher a paciência, ok?! Quem é melhor?! Esse manso que não fala nada e invade meu espaço ou eu que brigo pelo que é meu, apenas como resposta?!
Do que que eu estou falando?!
De tudo. Condição humana ou opção comportamental, qualquer que seja.
Quando é que a gente vai chegar na síntese dessa dialética acelerada e louca!?
Já deu.
Fica aí na sua, que eu fico na minha.
Tem lugar ao sol pra todo mundo, queridos.

28 de agosto de 2017

Mais elegância, por favor.

Sim, desculpe o jejum de textos... Há três anos não escrevo!

Eu tenho chegado à conclusão que toda as virtudes desejáveis se resumem a três: bondade no coração, retidão de caráter e elegância.
Se bondade e honestidade eu já tenho em mim, tenho me empenhado em dar especial atenção à elegância, por que é a que mais precisa de aperfeiçoamento. Uma pessoa elegante:
- Não altera o tom de voz
- Não toma partido
- Não manda recado
- Sabe quando falar
- Sabe quando calar
- Não se impõe
- Não humilha
- Não disputa atenção
- Não menospreza
- Não causa tumulto

Um abraço no coração de quem lê!

12 de novembro de 2014

Pessoas insubstituíveis



Existe um mito de que não há alguém insubstituível. Talvez isso até faça sentido para algumas pessoas, ou para a maioria das pessoas... Eu não teria como avaliar a generalidade dessa afirmação!

Mas uma coisa eu sei: tem gente que quando se vai, leva muito embora! Pessoas que fazem a diferença e depois fazem falta!

Autora: Érica Marina

30 de julho de 2014

Dos limites da classificação


Penso muitas vezes como é limitado e limitador todo o nosso processo (humano) de aprendizado e repertório cultural, pelo simples fato de que estão alicerçados em critérios de classificação. Simples, porque classificar é justapor elementos diferentes com base em certos critérios subjetivos e cegar-nos para todas as outras características que compõem os objetos em análise.

Quando eu classifico, eu uso um critério subjetivo criado por mim ou por mim apropriado - mas com certeza inventado - e que, no cerne, não faz sentido por si só. Então, tudo o que temos como repertório depende de um ponto de vista tomado a partir de uma norma qualquer, por sua vez baseada em um paradigma instável e certamente falso.

Como podemos perceber o mundo no todo ou em cada um dos seus componentes usando os sentidos ou qualquer tipo de percepção de forma desprovida de preconceitos? O que eu chamo de verde é o mesmo que outra pessoa vê? Porque o mesmo turquesa pode ser azul para uns e verde para outros? As percepções existem em si ou dependem do receptor? Qual a verdadeira realidade?

E, seguindo mais adiante, como posso vivenciar o que quer que seja sem usar uma classificação? Que isenção podemos ter em qualquer análise? De repente, até o objetivo passa a ser subjetivo. Com a álgebra especificada a meu bem entender, dois mais dois pode me dar qualquer resultado.

Mais profundas que os problemas de linguagem, ou as falhas em comunicação baseadas em significações distintas indivíduo a indivíduo, estão as questões fundamentais do que seria a verdade despida de qualquer rótulo.

Autora: Érica Marina
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Ocorreu um erro neste gadget