18 de agosto de 2010

O amor é fático

Imagino como seria uma conversa amorosa tentando ter conteúdo:


- Tu me amas?

- Sim...

- Quanto? – vamos especificar.

- Muito.

Resposta vaga dá margem a outra pergunta:


2 de agosto de 2010

Tratando os preconceitos básicos


Para ser uma pessoa melhor, é preciso tentar entender as outras pessoas. Para isso, devemos acreditar de alguma forma que todos são iguais. Sua religião pode ensinar isso. Mas se ela não for importante para você ou eficaz nesse ensinamento, vá ao nível que quiser para de fato acreditar nisso. Vá até as minúsculas células que nos compõe ou compare-nos com a imensidão do espaço. Você poderá chegar a duas conclusões distintas: que cada um é um conjunto tão particular que não há como segregar pessoas em grupos; ou que diante da imensidade e infinitude da vida somos todos tão próximos. Não importa: apenas acredite que temos todos a mesma essência. Se não for por esses meios, talvez você possa pensar no acaso como determinador das coisas, embora isso pareça estranho já que o acaso é o nada. Sim, você é livre para pensar que nasceu de um determinado sexo, em determinado nível social, com determinada pré-disposição mental, com determinada cor de pele, em determinada época, em determinado país, em determinada família por mero acaso. Todavia, isso não faz de você melhor, pois o mesmo “acaso” poderia lhe fazer nascer de outra forma, em uma amplitude de extensões. O mesmo princípio fez com que você passasse por aquilo que teve que passar para se tornar a pessoa que hoje é. Definitivamente, você não é pior nem melhor que ninguém por conta disso. Só pode ser uma pessoa melhor quem se esmera em respeitar o próximo.
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