26 de outubro de 2010

Carreira profissional: como escolher ou direcionar

Dicas para a escolha de uma carreira profissional: para os pais, os jovens e para quem deseja recomeçar.

Não sou uma especialista em Recursos Humanos nem profissional da área de Psicologia, mas recolhi comigo algumas observações a respeito das minhas próprias frustrações profissionais e das pessoas próximas a mim. E é na adversidade que se aprende a dar valor nas coisas que não se tem. Talvez alguém que sempre sonhou com uma determinada profissão, estudou para isso e conseguiu, lhe diga que é preciso muita dedicação, muito esforço, renunciar uma série de coisas. E é claro que quando se tem algo em mente o que é preciso ser feito é executar um plano de ação para conseguir realizá-lo. Mas disso todo mundo sabe. O problema é que a dificuldade pode estar em não se ter algo em mente, não se saber o que quer, ter conflitos de escolha, não ter possibilidades de fazer a escolha que lhe atrai ou se direcionar a caminhos inversos aos seus sonhos. Então vamos às dicas que eu acho úteis:

18 de outubro de 2010

O aborto não é uma questão religiosa

Seja o homem ateu ou religioso, cristão ou não, seja ele quem for, será digno apenas se quiser preservar a vida. Só poderá ser chamado de humano aquele que for contra a morte deliberada de alguém. Não é preciso ser cristão para escandalizar-se com a crueldade do aborto. Que direito é esse que alguém teria de matar outrem em virtude do próprio conforto? Quando existe um feto, existe uma vida humana à espera de realizações, de choros, de risos e sobretudo, de aprendizado. Concordo que a criança não merece uma mãe que não a queira. Existem mães que não deveriam sê-lo, e são essas que reivindicam a crueldade de se matar crianças. Como se fizesse diferença alguma serem recém-nascidos ou fetos, pelo simples fato de lhes habitarem o ventre ou dele estarem livres! Essas mulheres, que enterram recém-nascidos vivos, que lhes abandonam no rio, que lhes tiram a vida antes de nascer, não merecem de fato serem mães. Devemos poupar as crianças de nascer de mães assim, mas não lhes pouparemos a vida que não tiveram chance de experimentar.

Conciliemo-nos com a nossa consciência e demos a essas mulheres a opção de dar à adoção os seus filhos, que merecerão a oportunidade de viver, por mais difícil que seja a vida. De um jeito ou de outro, não terão a mãe responsável que lhe desejou o nascimento e lhe faria de tudo. Mas não neguemos aos órfãos o direito de viver. Essas crianças indesejadas dos intuitos assassinos são órfãos de mães, mas filhos da sociedade (e de Deus, diria quem crê). Não compactuemos com sua morte! Se não pudemos pessoalmente averiguar cada espaço em que um ventre se desenvolve, agindo em favor da vida... que não legalizemos o crime! Essa integridade não é questão religiosa, é questão moral.

O primeiro direito fundamental do homem é a vida. Quantos de vocês que leem foram planejados? EU não fui. Eu nasci em circunstâncias em que a leviandade poderia justificar o aborto. E, devido à moralidade da minha família, estou aqui e prefiro viver.



Autora: Érica Marina


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(parte adicionada em resposta aos comentários)

Nota 1: Em nenhum momento estou defendendo a prisão das mulheres que abortaram. Pode-se, com certeza, legalizar o atendimento às mulheres que abortaram, poupando sua vida e sua saúde, mas criminalizar o médico, o consultório, a clínica ou qualquer pessoa que se dispõe a fazer isso.

Nota 2: No caso de estupro, eu sei que a posição da mulher perante à gravidez não é a mesma. Ela não foi responsável pela origem do feto, querendo levianamente descartá-lo. Pelo contrário, ela é vítima de um trauma complexo. Apesar de ser sempre a favor da vida, eu sei que essa opção nesse caso é muito mais dolorosa.

11 de outubro de 2010

Carta final para você com outros


(Quando um relacionamento simplesmente não dá certo)


Eu desejo que você nunca se ache velho demais ou sabido demais para continuar aprendendo. E que a partir de agora você desenvolva a humildade de se deixar aprender, já que comigo não pôde. Desejo que você tente ensinar aos outros as coisas que não soube me ensinar e que, de um jeito ou de outro, eu tive que aprender sozinho.

Desejo que você não desista com eles, de antemão, das coisas que você desistiu comigo depois de muito tentar. Mas também desejo que você, às vezes, se ponha no lugar deles para se permitir pensar diferente. E como eles são diferentes de mim, eu desejo que você saiba ver neles uma forma diferente e melhor de se relacionar.

Desejo que você os ouça mais do que ouviu a mim, ou então os conhecerá tão pouco quanto me conhece. E estará perdendo ótimas pessoas.

Quanto a mim, além da fé em Deus e na minha própria pessoa, que eu gostaria que fosse maior da sua parte, eu tenho pouco a desejar. Mas agradeço por me ajudar a me manter de pé até aqui, quando então darei os próximos passos com minhas próprias pernas.



Autora: Érica Marina
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